Pela Primeira vez na história da administração pública de Mulungu os funcionários receberam suas identificações através da entrega dos crachás que num primeiro momento parece coisa simples, mas não é pois nunca isso aconteceu, ficando assim evidente que o novo tempo chegou sem dúvidas.

O secretário da Administração Ir André comemorou a ação da prefeita Darc Bandeira em valorizar o trabalho e facilitar o atendimento ao público uma vez que a identificação é muito importante para os funcionários e aqueles que precisam do serviço público.










Da Redação
Com Ascom


Organização: Adonis Sales
A população da região de Patos deu uma demonstração de que está unida pela vitória de Ricardo Coutinho para o governo e Lucélio Cartaxo para o Senado Federal. Ricardo, Lucélio e os candidatos a deputado federal e estadual da Coligação "A Força do Trabalho" foram recebidos calorosamente na tarde deste domingo (20), pelo povo que deu mais uma demonstração de confiança na vitória dos candidatos do trabalho e da esperança.
O Patos Tênis Clube ficou todo laranja e vermelho com a participação de 12 prefeitos de partidos como o PSDB, PMDB, PSD, PSB, PRB, DEM e PR, vereadores e do povo Patos e municípios da região que querem eleger quem fez e ainda fará pela região. O vice-prefeito de Patos, Lenildo Morais e o deputado estadual Monaci Marques também participaram do evento.
Pluripartidário  - Participaram da plenária os prefeitos de Areia de Baraúna, Dequinha Mineral (PSDB), São Memede, Chaguinha (DEM), Cacimbas, Léo Terto (PSB), Quixaba, Júlio César (PMDB), Livramento, Carmelita Ventura (PR), Salgadinho, Débora Cristina (PSDB), Taperoá, Jurandir Gouveia (PMDB), Desterro, Rosangela Leite (PSB), Cacimba de Areia, Osmar Ferreira Nico (PSDB), Passagem, Magno de Bá (PMDB), Santa Terezinha, Arimatéia Camboim (PRB) e Junco do Seridó ,Branco Simões, (PSD).
O governador e candidato à reeleição, Ricardo Coutinho, disse que essa é a demonstração de que a região de Patos também quer seguir em frente e não quer retroceder. "Essa não é uma disputa de sicrano contra beltrano. É uma disputa entre duas visões e histórias diferentes. Daqueles que foram preparados desde pequeno para a política das elites e sem derramar uma gota de suor. E nós que viemos do movimento popular e sindical, da luta e do trabalho para todos".
Ricardo afirmou que o povo reconhece as obras estruturantes realizadas pelo governo do Estado na região como a rodovia da Reintegração, o sistema adutor Patos Assunção, a ampliação da maternidade Peregrino Filho, a construção do Hospital do Câncer em Patos e a ponte de Jatobá. "Podem achar que vão jogar dinheiro para cima pra ganhar eleição. Mas vamos vencer convencendo as pessoas com trabalho, verdade e determinação. Política se faz com trabalho e não com enganação e conversa fiada", completou.
O candidato a senador, Lucélio Cartaxo, frisou que nesta eleição o povo tem dois caminhos: votar em quem está trabalhando e deve continuar ou votar em quem teve oportunidade e não fez e deve continuar fora. "São obras estruturantes que mostram que Ricardo Coutinho trabalhou muito em todo o Estado e que serão mostradas no guia eleitoral. Tenho certeza que a população dirá nas urnas que esse trabalho não pode parar".
Segundo Lucélio, o seu trabalho no Senado será mostrar que é possível quebrar a distancia da Paraíba de Brasília trazendo mais projetos estruturantes que impulsionem o desenvolvimento do Estado. O petista destacou que os paraibanos precisam de um senador novo que trabalhe em sintonia com o governo Federal, estadual e dos municípios.
Prefeitos e a população querem mais quatro anos para Ricardo 

Os prefeitos da região de Patos deram uma demonstração que estão firmes em reeleger Ricardo Coutinho para mais quatro anos. O prefeito de Cacimbas de Areia, Osmar Ferreira (PSDB), declarou que Ricardo foi sem dúvidas o governador que mais trabalhou pelo município e pela região. "Ricardo precisa de mais quatro anos porque neste primeiro mandato já trouxe uma estrada, ambulância, dois ônibus escolares e reformou escolas. Quero continuar trabalhando com Ricardo para fazermos um cidade ainda melhor".
O prefeito Passagem, Magno de Bá (PMDB), falou que Ricardo precisa de mais quatro anos para continuar mudando a história da Paraíba como fez na região ao fazer a rodovia da Reintegração após 50 anos de espera e promessas. Júlio César, prefeito de Quixaba, (PMDB), ressaltou que o povo de Quixaba é grato e saberá reconhecer o trabalho do governador que interligou o município e abriu as portas para o desenvolvimento.
O aposentado Chico Véi, morador de Patos, falou que a Paraíba tem um governador reconhecido nacionalmente como bom gestor pelo trabalho, dedicação e respeito ao dinheiro público. "Quero votar no melhor governador que a Paraíba teve até hoje", completou.

Assessoria de imprensa


Clubes da Região da Grande Utinga (outro lado da pista) procurar SANDOVAL para realizar as inscrições;

Clubes da área Urbana procurar OZORINHO para realizar as inscrições.

Documentação necessária: o representante da equipe deverá levar, Xeróx do Título de Eleito, Xerox do RG e uma foto 3x4 de cada atleta.

obs: Só Atletas Mulunguenses poderão disputar o Campeonato

Ascom
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) recebeu ontem mais uma notícia de inelegibilidade direcionada ao candidato do PSDB ao Governo do Estado, Cássio Cunha Lima. O documento foi apresentado por Sérgio Augusto Gomes da Silva, que se identifica apenas como cidadão paraibano. Ele cita as cassações de mandato aplicadas ao ex-governador como motivos para impedi-lo de participar da disputa neste ano.
 
Confira a íntegra do documento.
 
 
 


O conceito de fidelidade partidária para as eleições deste ano passa longe da subordinação. Enquanto o PSB anuncia o apoio de tucanos e peemedebistas, os tucanos revidam e também publicam a adesão de socialistas ao seu projeto político. É a guerra de adesões.

O prefeito da cidade de Serra Grande, no Sertão Paraibano, no Vale do Piancó, Jairo Harley (PSB), por exemlo, mesmo pertencendo ao partido do governador Ricardo Coutinho (que disputa reeleição) declarou apoio a Cássio Cunha Lima (PSDB) e Wilson Santiago (PTB) nas eleições deste ano.

O anúncio foi feito pelo prefeito durante reunião ocorrida na noite desta quinta-feira (10), em João Pessoa, e que contou com a presença de Cássio, além do deputado federal Wilson Filho (PTB) e do deputado estadual Branco Mendes (PEN), que também contam com o apoio do prefeito na cidade.

Junto com o prefeito Jairo Harley, Cássio e Wilson conquistaram, também, o apoio de todas as lideranças da situação daquele município, o que representa mais um apoio de peso na região do Vale do Piancó.



PB AGORA
A campanha eleitoral para governador nos 26 estados e Distrito Federal tem previsão de despesas de R$ 2,4 bi. O estado da Paraíba aparece na 14ª posição em relação aos maiores gastos, somando R$ 78,54 mi.
A campanha eleitoral para governador paraibano prevê mais gastos do que os vizinhos estados de Pernambuco (R$ 50 mi) e Rio Grande do Norte (R$ 59,76 mi).
Somados os gastos previstos pelos 169 candidatos a governador em todo o país, a despesa total soma R$ 2,43 bilhões. A cifra é equivalente ao valor do orçamento previsto para 2015 de um município como Niterói (RJ), com quase 500 mil habitantes.
A previsão de gasto dos 11 candidatos a presidente é de R$ 916 milhões - Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos estimam gastar, juntos, quatro vezes mais do que a soma dos outros oito adversários.
A campanha para o governo do Rio de Janeiro será a segunda mais cara na comparação com os demais estados, com custo de até R$ 185,9 milhões, de acordo com os sete candidatos. O Distrito Federal, com seis candidatos, tem a terceira campanha mais cara - o limite de gastos total, segundo a previsão dos partidos, é de R$ 143 milhões.
No Acre, a campanha ao cargo de governador deve ser a mais barata, com custo estimado pelos quatro candidatos ao governo de até R$ 15,9 milhões. O Amapá terá a segunda eleição mais barata - os sete candidatos ao governo estimam gastos de até R$ 22 milhões.
Campanhas mais caras
A soma das despesas previstas dos dez candidatos a governador com as campanhas mais caras (R$ 748 milhões) corresponde a 30% do total de gastos de todos os candidatos a governador do país.
Os três primeiros desses dez são de São Paulo: Paulo Skaf, do PMDB (R$ 95 milhões); Alexandre Padilha, do PT (R$ 92 milhões); e Geraldo Alckmin, do PSDB (R$ 90 milhões).
Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro, deve ter a quarta campanha ao governo mais cara: R$ 85 mil. O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que tenta a reeleição, tem a quinta campanha com maior custo previsto, de R$ 70 milhões.
Regras para gastos
A Lei das Eleições prevê que, em todas as disputas, o Congresso deve aprovar até 10 de junho uma outra lei que defina os limites de gastos das campanhas por cada candidato. Como isso não ocorreu, cada partido fixou internamente o teto das despesas.
Entre os custos previstos na campanha estão propaganda, principalmente na TV, transporte com automóveis ou jatinhos, por exemplo, e pagamento de cabos eleitorais.
Assim como nas eleições anteriores, neste ano os candidatos poderão receber doações de empresas privadas para aplicar nas campanhas.
No ano passado, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal considerou ilegal que empresas doem a políticos, mas o julgamento não foi concluído. Se a maioria se mantiver e o julgamento terminar, a proibição só deverá valer a partir de 2016.

CUSTO DAS CAMPANHAS A GOVERNADOR POR ESTADO
UNIDADE DA FEDERAÇÃO
CANDIDATOS
GASTO TOTAL PREVISTO
São Paulo
9
R$ 324.000.000,00
Rio de Janeiro
7
R$ 185.910.000,00
Distrito Federal
6
R$ 143.000.000,00
Alagoas
9
R$ 142.500.000,00
Ceará
4
R$ 140.800.000,00
Bahia
6
R$ 123.650.000,00
Goiás
7
R$ 121.400.000,00
Minas Gerais
8
R$ 113.830.000,00
Mato Grosso
5
R$ 110.000.000,00
Paraná
8
R$ 108.025.000,00
Mato Grosso do Sul
6
R$ 94.411.616,16
Santa Catarina
8
R$ 84.532.000,00
Rondônia
5
R$ 80.500.000,00
Paraíba
6
R$ 78.540.000,00
Tocantins
5
R$ 70.499.000,00
Maranhão
6
R$ 64.100.000,00
Pará
6
R$ 64.100.000,00
Rio Grande do Norte
5
R$ 59.760.000,00
Rio Grande do Sul
8
R$ 53.915.000,00
Pernambuco
6
R$ 50.045.000,00
Piauí
7
R$ 48.201.000,00
Sergipe
5
R$ 41.050.000,00
Amazonas
7
R$ 32.240.000,00
Espírito Santo
5
R$ 30.000.000,00
Roraima
4
R$ 27.050.000,00
Amapá
7
R$ 22.010.000,00
Acre
4
R$ 15.950.000,00
TOTAL
169
R$ 2.430.018.616,16


Os prefeitos de Sumé, Neto Duarte (PMDB) e de Amparo, Zé Arnaldo (PSB), reafirmaram apoio a candidatura à reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB). Eles foram recebidos na manhã desta quarta-feira (9) por Ricardo Coutinho e se colocaram à disposição para ajudar na sua reeleição na região do Cariri.  


O prefeito Neto Duarte, que está cumprindo o seu 5º mandato na prefeitura de Sumé, disse que está cada vez mais firme e solidário a um governo que trabalhou e que demonstrou como é possível que o dinheiro do povo volte em obras e ações para o próprio povo. "Este governo em 3 anos e seis meses fez mais do que outros que fizeram em dez anos. É um governo que mostrou como é que se faz em estradas, escolas, hospitais e adutoras".



Neto Duarte destacou as parcerias firmadas com o governo do Estado que realizou muito por Sumé, citando a conclusão do hospital de Sumé iniciado no governo Maranhão e que ficou abandonado por dez anos, equipamentos de ponta para o centro de Oftalmologia, ambulância, a conclusão da pavimentação do asfalto Sumé, Congo e a divisa com Pernambuco e a adutora que levará água tratada para os distritos de Pio X e Sucuru. "São obras que não foram prometidas, mas o governo do Estado foi lá e fez".



O prefeito de Amparo, Zé Arnaldo, disse que está com Ricardo Coutinho porque é o melhor para administrar a Paraíba e para melhorar a qualidade de vida do povo.  "Nosso município foi contemplado com escolas, ambulâncias, laboratório de análises clínicas e a pavimentação do acesso ligando o município a Ouro Velho. É um compromisso nosso reeleger Ricardo porque representa também a vontade da população que sente e vê os benefícios desta gestão", completou.  




Assessoria

O helicóptero da Secretaria da Segurança e Defesa Social (Seds) estará à disposição das forças policiais do Estado em até 30 dias. O prazo foi estipulado pelo secretário titular da Seds, Cláudio Lima, durante entrevista ao programa Rádio Verdade, da Arapuan FM, nesta terça-feira (8). A aeronave é do modelo “Esquilo” e já se encontra em hangar do Governo do Estado, em João Pessoa.


Segundo Cláudio Lima, o Governo está finalizando apenas os detalhes burocráticos junto a Receita Federal para colocá-lo em funcionamento. “A função mais importante deste equipamento será o de salvar vidas”, disse o secretário.

Ele explicou ainda que o helicóptero será utilizado para resgatar vítimas de acidentes graves e em operações de repressão qualificada, entre outras ações de segurança.


Ainda segundo Cláudio Lima, o helicóptero foi adquirido com recursos próprios do Governo do Estado e será utilizado exclusivamente pelas forças de segurança pública. 
Da Redação

WSCOM Online
Eu, Val Matias , Lula Dantas e Vanberto

até debaixo de chuva com uma nova invenção do Kinha 




O famoso caldinho

A disputa pelo pé 


Selfie

Vereador Nelson emocionado por ter em mãos o pé de Mulungu e sementes


Cerca de R$ 249,1 milhões serão gastos na Paraíba durante a campanha eleitoral deste ano para governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Entre os maiores valores estão aqueles direcionados aos postulantes a governador. Os partidos de Vital do Rêgo Filho (PMDB), Ricardo Coutinho (PSB) e Cássio Cunha Lima (PSDB) declararam os maiores montantes. A informação é da Secretaria Judiciária do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e tem como base os dados oficiais das legendas e coligações, passados nos atos dos pedidos de registros de candidaturas, cujo prazo expirou no sábado à noite. 
 
A corrida pelo Governo do Estado vai custar R$ 78,54 milhões para os seis candidatos a governador, juntos. Se forem computados os gastos com os postulantes ao Senado, a cifra sobe para R$ 117,9 milhões.
 
O montante mais robusto entre as chapas majoritárias foi apresentado pelo PMDB, que oficializou aliança com o PT. A coligação foi feita à revelia do Diretório Estadual da legenda, mas com apoio da Executiva Nacional. 
 
Para eleger a chapa majoritária da coligação “Renovação de Verdade” (PMDB/PT), foram declarados gastos da ordem de R$ 36,5 milhões. Assim, a eleição de Vital do Rêgo Filho, que é postulante a governador, e do seu vice, Roberto Paulino, corresponde a R$ 25 milhões. O ex-governador José Maranhão, que disputa o Senado, estimou gastos de R$ 11,5 milhões.
 
PSB/PT informa montante de R$ 33 mi
 
A aliança “A Força do Trabalho (PSB/PT)” apresentou o segundo maior valor para majoritária, representando uma despesa de R$ 33 milhões. A coligação PSB/PT tem à frente o candidato à reeleição, Ricardo Coutinho, com a médica Lígia Feliciano na vice e o petista Lucélio Cartaxo na disputa pela vaga de senador. Para gastos na disputa pelo Governo do Estado, a importância registrada foi de R$ 25 milhões e para o Senado, o montante de R$ 8 milhões. 
 
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que tem como vice o deputado federal Ruy Carneiro (também tucano), declarou a importância de R$ 18 milhões para gastos de campanha. Para eleger Wilson Santiago (PTB) ao Senado, a coligação “A Vontade do Povo” registrou mais R$ 14 milhões. Somados, as duas quantias chegam a R$ 32 milhões para os postulantes da majoritária. 
 
O Pros, que não se coligou com outras legendas, informou ao TRE-PB um gasto de R$ 10 milhões para eleger o candidato a governador, Major Fábio, e seu vice, Olavo Filho. Para o Senado, a estimativa da campanha da professora Leila Fonseca é de R$ 5 milhões.
 
As menores valores de campanha para a majoritária foram declarados pelo PSTU e Psol. A chapa “puro sangue” do PSTU, por exemplo, declarou R$ 58 mil para campanha. Ela é formada por Antônio Radical, candidato a governador. A candidata a vice é Lena Leite Dias. Para o Senado, Rama Dantas. Enquanto isso, o Psol anunciou R$ 800 mil para a campanha de Tárcio Teixeira (governador), Marcos Dias (vice) e Nelson Júnior (Senado). 
 
Além das seis chapas com candidatos a todas as vagas da majoritária, o PTC de Walter Brito, que concorre ao Senado, também declarou valor de campanha. A legenda estima gastos oficiais na ordem de R$ 600 mil para eleger o candidato.
 
Gastos de R$ 131,2 mi para deputado
 
Com relação à eleição para a proporcional, que inclui a disputa por vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, as cifras ultrapassam R$ 131,2 milhões. Números do TRE-PB apontam que R$ 90,2 milhões serão destinados para a campanha de postulantes a deputados federais. Outros R$ 41 milhões vão para os estaduais. As legendas que apoiam a candidatura de Cássio Cunha Lima somam os maiores valores. Os partidos que apóiam a eleição a governador do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e a própria legenda tucana estão investindo juntos R$ 72,6 milhões na campanha para a proporciona. A coligação “A Vontade do Povo I” (SD, PT do B, PSD, PEN, PSDB, PMN, PSDC, PPS, PR, PSC, PTN, PTB, PP e PRB) declarou investir R$ 50 milhões na corrida pela Câmara Federal. 
 
A coligação “Força do Trabalho 1” é formada pelos partidos PSB, PT, PC do B, PPL, PRP, PRP, PV, PHS, PRTB, DEM, PSL, e PDT. Juntas, as legendas estão investindo nesta campanha R$ 18,7 milhões para deputado federal. 
 
Com relação a deputados estaduais, a aliança “Força do Trabalho 2”, que reúne PSB, PRP, PRTC, DEM e PDT, estão investindo R$ 9,4 milhões. Para o mesmo cargo, a “Força de trabalho 4” (PC do B, PPL, PV, PHS e PSL) declararou R$ 4,3 milhões. Portanto, na proporcional, os partidos que apoiam a reeleição do governador Ricardo Coutinho, incluindo sua própria legenda, declararam um total de gastos de R$ 28 milhões.
 
Com relação à campanha para o cargo da Assembleia Legislativa, os três chapões que apoiam o partido tucano (“A Vontade do Povo II”, “A Vontade do Povo III” e “A Vontade do Povo IV”) declararam R$ 22,6 milhões. A aliança “Renovação de Verdade” (PMDB/PT), que tem à frente o candidato a governador Vital do Rêgo, vai investir R$ 1,5 milhão para eleger os postulantes à Câmara Federal e R$ 1 milhão para a Assembleia Legislativa.

Cerca de 300 mil pessoas ficaram sem ônibus coletivo na manhã desta segunda-feira (7) em João Pessoa devido à paralisação dos motoristas de transportes iniciada nas primeiras horas desta segunda. De acordo com o presidente do Sindicato dos Motoristas de João Pessoa, 100% da frota de ônibus coletivo da Região Metropolitana de João Pessoa, que inclui as cidades de Bayeux, Santa Rita, Cabedelo e Conde, está parada.
Cerca de 5 mil trabalhadores decidiram cruzar os braços após negarem em assembleia realizada no final da noite de domingo (6) uma contraproposta enviada pelas empresas de transporte público. Ainda de acordo com Antônio de Pádua, a paralisação só deve ser suspensa quando as empresas enviarem uma nova contraproposta.
A contraproposta enviada pela Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (AETC-JP) oferecia um reajuste de cerca de 6% e mais 72 horas para continuar negociando com os trabalhadores. A proposta foi negada por unanimidade pelos trabalhadores, segundo o presidente do Sindicato dos Motoristas.
“Eles fizeram uma proposta de reajuste apenas referente ao INPC, que não chega nem a 6%, o que não é vantajoso para nós. Enquanto não tivermos uma contraproposta de verdade, os ônibus não vão sair das garagens”, garantiu. Ainda segundo Pádua, os trabalhadores das sete empresas de transporte coletivo de João Pessoa estão bloqueando as garagens.
Em tentativa de contato com presidente da AETC-JP, Mário Tourinho, para saber quais providências serão tomadas a partir dessa greve, mas as ligações não foram atendidas.
Da Redação / Nordeste1.com

A direção nacional do PT interveio em sete estados para a definição dos candidatos a governador apoiados pelo partido nas eleições de outubro. A decisão mais polêmica foi tomada em relação a aliança com o PSB do Amapá. Lá, o PT decidiu que vai apoiar a reeleição do governador Camilo Capiberibe (PSB).

Para isso, o governador socialista precisou enviar uma carta à direção do PT se comprometendo a ficar neutro no primeiro turno e não apoiar em palanque a candidatura de Eduardo Campos, o candidato do PSB a presidente, e declarar apoio à candidata petista Dilma Rousseff no segundo turno, segundo anunciou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, ao final da reunião da Executiva Nacional do partido realizada em São Paulo.

A desistência do senador José Sarney (PMDB-AP) de disputar novo mandato de senador também ajudou a direção do PT a lançar a candidatura de Dora Nascimento ao Senado.

— O lançamento de Dora somente foi possível com a saída do Sarney. Nós havíamos dito a ele que se ele mantivesse sua candidatura não iriamos lançar candidato ao Senado, porque havíamos nos comprometido a apoiá-lo - disse Falcão.

Outra decisão polêmica foi tomada sobre o Pará, onde o PT resolveu apoiar a candidatura de Helder Barbalho (PMDB), que tem como vice um candidato do DEM.

— Entendemos que o fato do DEM integrar a chapa como vice de Barbalho não passa por cima da nossa política de alianças aprovada no encontro nacional de proibir coligações com partidos da oposição - disse Falcão.

Na reunião da Executiva, o PT decidiu também apoiar candidatos do PMDB em cinco estados (Maranhão, Paraíba, Rondônia, Amazonas e Tocantins). Em Tocantins, o PT deve apoiar Marcello Miranda, desde que ele consiga viabilizar sua candidatura, já que uma parte do PMDB a questiona. Uma comissão de quatro petistas acompanhará o desenrolar da questão até o próximo dia 30, quando termina o prazo para a realização de convenções para a escolha de candidatos.

Na Paraíba, de acordo com Falcão, o PT vai apoiar a candidatura do senador Vital do Rego (PMDB), e em Rondônia vai apoiar o governador Confúcio Moura (PMDB), candidato à reeleição. Para que isso fosse possível, o Padre Tom, que deveria ser candidato a governador pelo PT, teve que retirar sua candidatura.

Outra situação parecida aconteceu no Amazonas, onde o PT definiu que vai apoiar o peemedebista Eduardo Braga como candidato a governador. Mas o mais difícil foi convencer o partido no estado de que não poderia ter candidato ao Senado, pois a chapa já havia fechado com Omar Aziz.

— Estamos fazendo tudo pela reeleição da Dilma - disse o deputado Geraldo Magella (DF), que participou da reunião.

RIO

Sobre o Rio, o PT disse estar preocupado com o tamanho do movimento "Aezão", que mistura o apoio de prefeitos ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e ao senador tucano Aécio Neves (PSDB), candidato a presidente pelo PSDB.

— O governador Pezão e o prefeito Eduardo Paes já declararam que estão com Dilma. Vamos trabalhar agora para restringir ao máximo o efeito Aezão. Muitos prefeitos estão declarando apoio a Dilma. Ainda hoje me ligou o prefeito de Niterói e lá só vai dar Dilma. Em São Gonçalo será Garotinho e Dilma. Volta Redonda e Nova Iguaçu será Pezão e Dilma - disse Rui Falcão.

Para ele, o partido reafirma o apoio à candidatura do ex-jogador Romário (PSB) ao Senado e disse que nos próximos dias definirá o vice de Lindberg Farias, o candidato do PT a governador.

— Tenho lido nos jornais que o Crivella (Marcello Crivella, do PRB) pode ser candidato a vice do Lindberg, mas não tenho de concreto sobre isso - disse Falcão.

RESPOSTA AOS DESCONTENTES

Como resposta aos petistas que reclamam da centralização do comando da campanha da presidente Dilma, que não tem permitido um maior debate de ideias dentro do partido, segundo mostrou O GLOBO, a direção do partido resolveu formar uma comissão com seis membros para melhorar a comunicação do partido com o comando da campanha. A comissão contempla até mesmo correntes de esquerda (como Maristela de Mattos) e dos movimentos populares (Bruno Elias). Os outros quatro componentes são Florisvaldo Costa, Monica Valente, Carlos Árabe e Alberto Cantalice.


O Globo